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Colesterol

O colesterol é um tipo de gordura que o corpo necessita para crescimento e regeneração das células. Ele é responsável pela produção de hormônios sexuais, cortisona e vitamina D. Além disso, o colesterol é convertido em ácidos biliares para ajudar na digestão. O colesterol circula por todo o corpo e não é solúvel no sangue. Ele utiliza uma proteína — a lipoproteína — para ser transportado através da corrente sangüínea.
A maior parte do colesterol presente no corpo é sintetizado pelo organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida através da dieta. Portanto, ao contrário do que se pensava, o nível de colesterol no sangue não se eleva quando se aumenta a quantidade de colesterol na dieta. O colesterol é encontrado com mais freqüência nos tecidos que têm capacidade de sintetizar, como: fígado, medula espinhal, cérebro e artérias.

Colesterol Alto

Colesterol
Colesterol alto é uma condição de saúde perigosa, pois está associado a um maior risco de doenças do coração. Como não apresenta sintomas, uma pessoa pode estar com um nível de colesterol alto e não saber. Por isso é tão importante fazer exames regularmente para avaliar sua situação.
Vale lembrar que não é o colesterol que nos faz mal, mas sim o seu excesso. Quando o nível de colesterol no sangue ultrapassa as necessidades orgânicas, o excesso tende a acumular-se nas paredes das artérias, formando placas de gordura. Essas placas podem, pouco a pouco, entupir as artérias, levando a complicações cardiovasculares.
Colesterol TotalClassificação
Menor que 200Ideal
200-239Um pouco elevado
240 ou acimaAlto

Tipos de Colesterol

Colesterol HDL

O HDL é o "bom" colesterol. Quando existem altas concentrações dele no sangue, há menor risco de ataques cardíacos. O HDL ajuda a remover o colesterol das paredes das artérias. Ele carrega o colesterol das células do corpo para o fígado. Então, esse colesterol é reutilizado, transformando-se em ácidos biliares.
HDL ColesterolClassificação
60 ou acimaIdeal, reduz doenças cardíacas
Menor que 40-homensBaixo;riscos cardíacos
Menor que 50-mulheresBaixo;riscos cardíacos

Colesterol LDL

LDL é o colesterol "ruim". Ao contrário do HDL, as altas concentrações dele no sangue estão associadas a um maior risco de doenças do coração. O LDL se oxida e se deposita nas paredes das artérias para iniciar a condição conhecida como arteriosclerose.
Colesterol LDLClassificação
Menor que 100Ideal
130-159Um pouco elevado
Maior que 190Muito Alto

Causas do Colesterol Alto

Má Alimentação

Duas fontes são as responsáveis para se elevar o nível de gordura no sangue:
  • Alimentos ricos em colesterol (carne vermelha com gordura, gema de ovo, camarão, pele de aves, frutos do mar, manteiga, laticínios, creme de leite, bacon, empanados, frituras, presunto, mortadela, salame, queijos amarelos e peixes gordurosos).
  • Gorduras saturadas (óleo de coco, de babaçu, azeite de dendê, coco, chocolate, bolachas recheadas, salgadinhos e outros).
O excesso desses alimentos pode se depositar nas artérias, endurecendo a parede e formando placas que gradualmente as entopem. O processo pode gerar doenças como a arteriosclerose, isquemia cerebral e obstrução das veias das pernas.

Fatores Hereditários

Quando existe o fator da hereditariedade — mesmo que você leve uma vida saudável — os riscos de se ter colesterol alto aumentam muito. Essa pré-disposição vai influenciar na maneira de como seu corpo irá reagir ao colesterol.

Excesso de Peso e Sedentarismo

As pessoas sedentárias e obesas são mais propensas a ter níveis elevados de colesterol — e conseqüentemente problemas cardíacos. Os homens correm mais risco que as mulheres, já que o organismo feminino fica menos exposto devido à ação do hormônio estrógeno. Ele equilibra a proporção dos dois tipos de lipoproteínas que fazem o transporte do colesterol.

Algumas Doenças Específicas

Condições como diabetes, doenças renais, doenças do fígado e doenças de tiróide contribuem para agravar a reação do organismo ao colesterol alto

Como Evitar o Colesterol

Colesterol
Para evitar o colesterol alto, é necessário que se tenha um estilo de vida saudável:
  • Uma dieta equilibrada à base de alimentos específicos que ajudem a diminuir a dosagem de colesterol. Por exemplo: Fibras (principalmente a linhaça e aveia), verduras, frutas, chá verde, alho, gengibre, ômega-3, proteína de soja e vitaminas C e E.
  • Perder peso: Pessoas com excesso de gordura corporal estão mais propensas a desenvolver doenças cardíacas e derrame. A obesidade não é saudável, pois o excesso de peso aumenta o esforço do coração.
  • Exercícios Físicos: Tenha uma vida mais ativa, fazendo exercícios aeróbicos. A atividade física diminui os níveis de LDL e aumenta os níveis de HDL. A falta de exercício provoca o efeito inverso. A prática de exercícios físicos diminui o risco de doenças do coração e melhora a saúde como um todo.
  • Evitar cigarros e bebidas alcoólicas.
  • Fazer exames regularmente.

Osteoporose

Osteoporose
A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Eles ficam mais frágeis devido à diminuição da quantidade de massa óssea em seu interior. Os ossos tornam-se finos, ocos e sensíveis, por isso ficam extremamente suscetíveis a fraturas.
A osteoporose afeta principalmente mulheres na menopausa, pois ocorre a ausência do hormônio feminino (estrógeno) que faz com que os ossos percam cálcio e fiquem porosos.

Sintomas da Osteoporose

A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Quando já está em um estágio bem avançado, surgem as primeiras fraturas acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode provocar deformidades e reduzir a estatura do paciente. Os locais mais comuns de ocorrência são a coluna, o colo do fêmur, e os pulsos.

Fatores de Risco

  • Sexo feminino
  • Raça branca
  • Idade superior a 65 anos
  • Histórico familiar de fraturas
  • Menopausa precoce
  • Estilo de vida não-saudável, como quando há dieta pobre em cálcio, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e consumo excessivo de cafeína
  • Utilização prolongada de medicamentos que diminuem a massa óssea

Prevenção da Osteoporose

Osteoporose
  • Fazer exames de sangue regularmente
  • Fazer uma avaliação da massa óssea através de densitometria
  • Fazer exercícios físicos regularmente
  • Manter uma dieta rica em cálcio e vitamina D3
  • Fazer a reposição hormonal de estrógeno durante a menopausa
  • Não fumar e evitar perdas exageradas de peso

Tratamento da Osteoporose

Há vários tipos de tratamento conforme o estágio de desenvolvimento da osteoporose. Seguem abaixo os tratamentos mais comuns:

Reposição Hormonal

O estrógeno reduz o risco de fraturas em mulheres com osteoporose. Ele exerce funções essenciais na regulação dos processos de formação e reabsorção óssea.

Reposição com Doses de Cálcio

Para quem já tem a doença, o cálcio pode ser dado em dosagens de 1g a 1,5g por dia, com recomendação médica.

Calcitonina

A Calcitonina é um hormônio que tem a função de evitar que o cálcio saia dos ossos. Evita-se assim o processo de corrosão que a doença provoca no osso.

Exercícios Físicos

Os exercícios devem ser orientados por um profissional. O exercício é usado como parte importante no tratamento e controle da osteoporose, podendo reduzir ou até cessar a perda de massa óssea no indivíduo.

Sistema Imunológico

Sistema Imunológico
O sistema imunológico é um conjunto de estruturas que são responsáveis por garantir a defesa e por manter o corpo funcionando livre de doenças. Compreende todos os mecanismos pelos quais nosso organismo se defende de invasores internos como bactérias, vírus e parasitas.
O sistema imunológico também é responsável pela limpeza do organismo, ou seja, a retirada de células mortas, a renovação de determinadas estruturas, rejeição de enxertos, além de memória imunológica. Também é ativo contra células alteradas que diariamente surgem no nosso corpo como resultado de mitoses anormais: essas células, se não forem destruídas, podem dar origem a tumores.

Dicas para Aumentar a Imunidade

  • Alimentar-se bem. A melhor forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável.
  • Praticar exercícios físicos. Os exercícios físicos devem ser feitos 4 vezes por semana de 30 a 40 minutos.
  • Manter as mãos sempre limpas.
  • Cultivar hábitos de higiene bucal, como escovar os dentes após as refeições e sempre usar fio dental.
  • Evitar colocar a mão na boca.
  • Manter a casa limpa e arejada.

Alimentos para Imunidade

Sistema Imunológico
Alguns alimentos ajudam a estimular a ação do sistema imunológico e potencializam o seu bom funcionamento.
  • Alho e Cebola. Excelentes para o sistema imunológico. Contêm substâncias que estimulam enzimas e inibem o crescimento bacteriano.
  • Cenoura e Brócolis. Contêm vitamina A. A deficiência dessa vitamina provoca uma redução no número de linfócitos, aumentando a probabilidade de infecções bacterianas, virais ou parasitárias.
  • Laranja, manga, morango e pimentão. Ricos em Vitamina C, aumentam a produção de leucócitos, células de defesa que estimulam a resistência.
  • Castanha do Pará, amêndoas, nozes e folhas verdes. Contêm selênio, vitaminas e atuam como antioxidantes. Protegem as membranas celulares contra substâncias tóxicas, radiação e os temíveis radicais livres, que são liberados nas reações químicas naturais do organismo.
  • Carne, leite, peixes, aves, feijão e cereais integrais. Como esses alimentos contêm zinco e selênio, sua deficiência pode causar diversas doenças imunológicas.
  • Chocolate meio-amargo, linhaça e vinho tinto. Contêm antioxidantes e propriedades que defendem o organismo.

Bebidas para Imunidade

 Sistema Imunológico
  • Água. Tome pelo menos um litro e meio de água por dia para manter o corpo hidratado e as vias aéreas úmidas.
  • Suco verde. Contém clorofila (rica em zinco, ferro e vitamina C).
  • Suco de frutas. Nutritivos e cheios de vitaminas.
  • Chá de gengibre. Fortalece o sistema de defesa do organismo e tem ação bactericida. Excelente no processo digestivo.
  • Chá verde. Desintoxica e acelera o metabolismo, melhora a imunidade e combate os radicais livres.
  • Chá de Anis. O anis é excelente para melhorar a imunidade contra vírus, especialmente contra resfriados.

O que Evitar

Estudos comprovam que dietas com grande quantidade de açúcares interferem na capacidade de as células brancas do sangue destruir os invasores.
A ingestão excessiva de gorduras também reduz a atividade de células protetoras e prejudica a resposta imunológica.

Depressão

Depressão
A depressão é uma doença que afeta o estado físico e emocional. Há grande alteração no humor nos sentimentos e pensamentos. A depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade.
Não é uma tristeza passageira, não é sinal de fraqueza pessoal ou uma condição que possa ser revertida com mera força de vontade. Sua característica essencial é o humor deprimido ou triste na maior parte do tempo, por um período prolongado. A maioria das pessoas com depressão também tem acentuada redução da capacidade de sentir prazer e tem pensamentos negativos.

Causas da Depressão

A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Algum acontecimento marcante como a perda de alguém, alguma doença grave, estresse ou decepção podem contribuir para desencadear uma depressão, mas não é a causa direta.

Sintomas da Depressão

Os sintomas da depressão são muito variados: desde sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores. Pode ocorrer um ou mais dos seguintes sintomas:
  • Tristeza profunda e constante
  • Falta de interesse ou prazer
  • Dificuldade de concentração
  • Alterações no apetite e no sono
  • Ansiedade ou sensação de vazio
  • Sentimentos de culpa, inutilidade e desamparo
  • Diminuição da energia e fadiga
  • Pensamentos relacionados à morte e suicídio
  • Afastamento de amigos ou pessoas

Identificação da Depressão

Depressão
Para afirmarmos que o paciente está deprimido, temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado ou movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança, desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros.

Como Evitar a Depressão

  • Tenha uma vida equilibrada, com pensamentos positivos e buscando sempre o bem-estar.
  • Procure relaxar, respirar profundamente e faça as atividades com moderação.
  • Cuide da saúde, faça exercícios físicos e tenha uma boa alimentação.
  • Mantenha contato com a natureza, vão à praia, bosques, piscinas, faça caminhadas em parques.
  • Prepare banhos relaxantes e procure ter um sono reparador.
  • Evite o estresse.
  • Fique consciente dos seus atos e busque o autoconhecimento. Isto evitará o desalento e a consequente desorganização orgânica.

Tratamento para Depressão

A situação corrente convencional para resolver a depressão, seja ela qual for, costuma ser:
  • Antidepressivos
  • Psicoterapia
O tratamento antidepressivo deve ser realizado considerando os aspectos biológicos, psicológicos e sociais do paciente. O médico pesa os prós e os contras da medicação, decidindo qual o tratamento mais adequado, já que o tratamento nunca é isenta de riscos.
A psicoterapia é um bom tratamento, mas trabalha apenas com o lado emocional e não trata de carências biológicas.

Hipotireoidismo

HipotireoidismoA tireóide é uma pequena glândula endócrina que se localiza na região anterior do pescoço. Essa glândula possui um importante papel no controle do metabolismo. A tireóide produz hormônios T3 triiodotironina e T4 tiroxina, responsáveis pelas reações que garantem os processos bioquímicos e de geração de energia do organismo.
O hipotireoidismo ocorre quando a tireóide produz esses hormônios abaixo dos níveis considerados normais. Quando há quantidade insuficiente do hormônio circulando na corrente sangüínea, o organismo trabalha mais devagar, ocasionando problemas de saúde.
A doença é mais comum em mulheres com mais de 50 anos. Caso a paciente apresente o problema antes desse período, pode ocorrer irregularidade menstrual (incluindo a cessação da menstruação), infertilidade e aparecimento de leite nas mamas fora do período de gestação.

Diagnóstico

O diagnóstico do hipotireoidismo é feito através dos exames de sangue T3, T4 e TSH, que medem o nível hormonal que o corpo está produzindo.
Em pacientes com cirurgia prévia, pode também ser realizada a ultra-sonografia da tireóide. Deve também ser analisado se há problemas com a quantidade de lipídios no sangue do paciente — condição que está fortemente associada ao hipotireoidismo.

Sintomas do Hipotireoidismo

  • Falta de apetite
  • Depressão
  • Fraqueza muscular
  • Cansaço físico
  • Raciocínio lento
  • Queda de cabelos
  • Unhas secas e quebradiças
  • Intolerância ao frio
  • Sonolência
  • Diminuição do ritmo cardíaco
  • Prisão de ventre

Causas do Hipotireoidismo

O hipotireoidismo pode ter diversas causas. A mais comum é a que decorre da Doença de Hashimoto. Esta doença ocorre quando o organismo, por razões desconhecidas, não reconhece a tireóide como parte do próprio corpo e o sistema imune prejudica o seu funcionamento. A tireóide, assim alterada, produz menos hormônios.
O hipotireoidismo também pode aparecer em pessoas que se trataram de hipertireoidismo (aumento da função tireoideana). Outras causas incluem tratamento com iodo radiativo, radioterapia ou infecção da tireóide por determinados vírus ou bactérias.
Algumas crianças nascem com hipotireoidismo por mau funcionamento congênito ou por total falta da glândula. Estas crianças devem ser tratadas imediatamente e por toda a vida para que possam se desenvolver normalmente.

Tratamento do Hipotireoidismo

O tratamento escolhido depende da avaliação das causas, por isso é individual para cada paciente.
O tratamento mais comum é a reposição hormonal. Antes de iniciar a reposição, o médico deverá fazer exames para saber qual é a dosagem correta de hormônio que o paciente deverá tomar.
O hormônio sintético da tireóide usado no tratamento é chamado de levotiroxina sódica. A levotiroxina funciona no organismo exatamente como o hormônio natural da tireóide.
Devem ser feitos exames clínicos e laboratoriais periódicos para manter a dose bem ajustada.
Para a grande maioria dos pacientes, o hipotireoidismo é crônico, portanto o tratamento deverá ser feito por toda a vida.

Prevenção

É importante realizar um diagnóstico precoce, pois quanto antes começar o tratamento, melhor. Infelizmente, não há uma prevenção primária específica. Entretanto, você pode tomar algumas precauções para evitar a doença:
  • Faça exercícios físicos regularmente.
  • Ingira sal iodado regularmente.
  • Faça exames de sangue T3, T4 e TSH regularmente.
  • Adote uma dieta alimentar equilibrada. É engano imaginar que o hipotireoidismo seja fator responsável pelo ganho de peso, porque as pessoas costumam ter menos fome quando estão com menor produção dos hormônios tireoidianos.
  • Evite o cigarro.

Hipertireoidismo

O hipertireoidismo é o “contrário” do hipotireoidismo. O hipertireoidismo acontece quando a glândula tireóide produz os hormônios T3 e T4 em excesso. O aumento da produção desses hormônios causa problemas sérios para a saúde (como insuficiência cardíaca, levando até a morte).

Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose
A intolerância à lactose corresponde à produção insuficiente ou nula de lactase, enzima essencial no processo digestivo da lactose. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples para a sua melhor absorção.
A lactose é o açúcar do leite, um dissacarídeo que com a ação da enzima lactase, transforma-se em dois monossacarídeos: glicose e galactose. Estes carboidratos simples, depois de formados, são facilmente absorvidos pelo corpo.
No entanto, a falta ou deficiência na produção da lactase faz com que a lactose chegue até o intestino grosso sem ser absorvida pelo organismo. Ela é fermentada por bactérias causando gases e sintomas típicos de indigestão.

Sintomas da Intolerância à Lactose

Os sintomas geralmente surgem poucas horas após a ingestão da lactose:
  • Flatulência
  • Cólicas Abdominais
  • Diarréia ácida
  • Náuseas

O que Causa a Intolerância?

Intolerância à Lactose
  • Deficiência congênita da enzima: a criança nasce com um defeito genético que impossibilita a produção da lactase;
  • Diminuição na produção da lactase em consequência de doenças intestinais;
  • Deficiência primária: ocorre diminuição da produção da lactase como conseqüência do envelhecimento.

Tratamento da Intolerância à Lactose

Não existe nenhum tratamento que aumente a produção de lactase, mas os sintomas podem ser controlados através de dieta.
O que se pode fazer é diminuir a quantidade de lactose ingerida no dia. Não há necessidade de cortar totalmente, basta que a quantidade consumidas ao dia seja reduzida.
A tolerância é variável entre indivíduos e em um mesmo indivíduo ao longo do tempo. Aqueles que reagem mal mesmo a quantidades muito pequenas de lactose devem dirigir-se a um médico.

Alimentos que devem ser evitados

  • Leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão, creme de leite e demais derivados de leite;
  •  Preparações à base de leite: bolos, pudins e cremes;
  •  Bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.
 Intolerância à Lactose
A intolerância à lactose é bastante comum e não é considerada um problema grave de saúde. O diagnóstico é simples e pouco invasivo. O tratamento deve ser direcionado para um gerenciamento no longo prazo.
Existem também alguns produtos capazes de auxiliar a digestão da lactose, diminuindo a irritação gastrintestinal e permitindo uma escolha mais ampla dos alimentos.
É importante que o paciente aumente a ingestão de outras fontes de cálcio, além do leite, para manter sua saúde óssea e muscular.

Mau Hálito

Mau Hálito
Mau hálito ou halitose consiste nos odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal ou através da respiração. Pode ter diversas causas, e varia com o período do dia e a idade da pessoa, agravando-se à proporção que a fome aumenta. É mais facilmente percebido por estranhos do que pela própria pessoa portadora de halitose.
O mau hálito matinal é normal. Ele acontece devido a leve hipoglicemia, a redução do fluxo salivar durante o sono. Essa halitose desaparece com a higiene dos dentes e da língua.

Causas

 Mau Hálito
A halitose pode ser fisiológica (que requer apenas orientação) ou patológica (que requer tratamento). As principais causas são:
  • Falta de higiene bucal
  • Diminuição da quantidade da saliva
  • Uso de alguns medicamentos
  • Estresse, ansiedade, prisão de ventre, amidalites e alterações hepáticas
  • Irritação na gengiva ou cáries
  • Alimentação inadequada e com temperos fortes
  • Tabagismo e bebidas alcoólicas

Dicas para Prevenir o Mau Hálito

A prevenção é a medida mais importante para o mau hálito: normalmente, ela acaba sendo a principal forma de tratamento. Deve-se ter cuidado com a alimentação e, principalmente, com a higiene bucal.
  • Escove os dentes após as refeições, passe fio dental e escove bem a língua. Para complementar, use enxaguante bucal.
  • Faça uma higienização profissional a cada 6 meses para eliminar a placa bacteriana e o acúmulo de tártaro.
  • Masque chicletes (de preferência sem açúcar): o chiclete estimula a mastigação, e consequentemente, a produção de saliva. A canela também é uma excelente aliada, pois possui propriedades antibacterianas.
  • Beba bastante água. Além de evitar a desidratação, ela evita a proliferação de bactérias na boca.
  • Coma alimentos como: cenoura, maça, manga, abacaxi e fibras, pois estes auxiliam na promoção de uma limpeza total na parte dos dentes, na linha das gengivas.

Consequências

 Mau Hálito
A simples presença do mau hálito, apesar de não ter grandes repercussões clínicas para a pessoa, pode, na maioria das vezes, provocar sérios prejuízos psicossociais. Os mais comumente relatados são a insegurança ao se aproximar das pessoas, a depressão secundária a isso, dificuldade em estabelecer relações amorosas, esfriamento do relacionamento entre o casal, resistência ao sorriso, ansiedade, e baixo desempenho profissional, quando o contato com outras pessoas é necessário.

10 Passos para Melhorar sua Qualidade de Vida

10 Passos para Melhorar sua Qualidade de Vida
Você já parou para pensar como está a sua qualidade de vida? O que você tem feito para melhorar sua saúde, seu bem-estar?
Dados do Ministério da Saúde apontam que doenças associadas ao estilo de vida matam mais que o trânsito e a violência. Essas doenças normalmente estão relacionadas com o aparelho circulatório: infartos, derrames, diabetes e hipertensão, entre outras. A maior parte dos cânceres também é relacionada com estilo de vida.
Então se você é sedentário, fuma, consome álcool em excesso e tem uma alimentação inadequada, você pertence ao grupo com maior quadro de morte prematura no país.  Que tal pensar um pouco mais em você e no seu estilo de vida? A melhoria de sua qualidade de vida só depende de você.

Como Melhorar sua Qualidade de Vida?

Veja abaixo algumas atitudes que podem ajudar a manter seu bem-estar físico e mental:
  1. Mantenha a mente ativa: Pesquisas mostram que a doença de Alzheimer tem maior incidência entre as pessoas com baixo nível de instrução. Estudo publicado no New England Journal of Medicine relaciona a leitura, os jogos de cartas e de tabuleiro e as palavras cruzadas com a redução do risco de demência em pessoas com mais de 75 anos.
  2. Respire mais profundamente.  O sangue precisa de oxigênio. A respiração profunda amplia a clareza da mente e dá mais saúde física. Faça isso calmamente durante alguns minutos do dia, preferencialmente em algum lugar com muito ar puro.
  3. Faça exercícios físicos diariamente.  Caminhe, ande de bicicleta, faça um pouco de yoga, jogue vôlei, futebol, basquete, tênis. Exercícios físicos moderados são essenciais para manter a saúde e uma atitude equilibrada diante da vida, evitando as causas do estresse e tensão.
  4. Saboreie um bom chocolate. Em pequenas quantidades, ele pode ser benéfico à saúde. Segundo estudo do King’s College, de Londres, a quantidade de flavonóides encontrada em 50 gramas de chocolate é equivalente à de seis maçãs, duas taças de vinho ou sete cebolas. Os flavonoides têm sido apontados como importantes armas no combate aos radicais livres.
  5. Pratique meditação.  Considerada por alguns como instrumento para uma ecologia da mente e dos sentimentos, a meditação não é uma prática tão complicada quanto se pensa. Basta sentar-se em silêncio e observar a passagem dos pensamentos pela mente como se fossem nuvens do céu. Isto é, não se prenda a eles — apenas observe-os e deixe-os passar.
  6. Tenha mais contato com a natureza.  Deixe de lado a tensão do trabalho urbano e visite os lugares da natureza. Esvazie-se da pressa e aprenda a ouvir a música e harmonia presentes no silêncio da natureza.
  7. Durma bem.  Estudos sugerem que a falta de sono crônica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, há um desequilíbrio no metabolismo.
  8. Seja mais otimista.  Após dez anos estudando como a personalidade de uma pessoa pode influir no aumento ou na diminuição da expectativa de vida, pesquisadores holandeses concluíram que ter uma atitude positiva melhora o bem-estar e  diminui o risco de doenças.
  9. Se alimente bem. Dê uma atenção especial ao momento das refeições. Prefira uma alimentação natural, evitando exagerar nas carnes vermelhas, que são de difícil digestão. Inclua doses de fibras, frutas e verduras no seu dia-a-dia. Evite comer muita fritura e doces. Cuidado com as quantidades, comer menos e mais vezes é a melhor solução.
  10. Aceite sua vida.  Em primeiro lugar é importante deixar claro que aceitar não significa se acomodar e se conformar com situações que podem ser mudadas. Lute para melhorar o que estiver ao seu alcance, mas procure, ao mesmo tempo, ver o que existe de positivo em sua casa, sua família, sua cidade e em tudo mais que estiver à sua volta.

Informações Doenças e suas Causas

doenças
As doenças são um distúrbio de saúde. Elas podem ser infecciosa ou não infecciosa. As mesmas são causadas por vírus, bactérias, fungos ou outros patógenos. Estes últimos têm uma origem diversa que pode ser genética ou causada por outros agentes.
A doença causa um desequilíbrio físico, mental e social em desenvolvimento daqueles que sofrem. Cria um distúrbio na função ou estrutura de uma ou mais partes do corpo. Todas as doenças têm um processo evolutivo. Suas causas são conhecidas e geralmente se manifesta através de alguns sintomas característicos e sinais, cuja evolução pode ser mais ou menos previsíveis.
Infelizmente, nem todos os países têm os recursos para prevenção e tratamento de doenças, de modo que nos subdesenvolvidos, há recursos insuficientes e falta de ajuda internacional, então as doenças transmissíveis continuam a ser um grave problema para a saúde pública.

 
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